domingo, 23 de março de 2014
EDITORIAL: Na cidade banhada por sangue, já não basta empunhar a bandeira da paz 23 de março de 2014 Por Giovanni Sá
Ainda sou do tempo em que o Rio Pajeú tinha águas límpidas e muita gente trocava a novela das nove por uma boa conversa na calçada. Ainda sou do tempo em que o hino nacional era entoado todos os dias na sala de aula. E ainda tenho lembranças que em períodos de forte calor, algumas pessoas dormiam com portas abertas para deixar entrar a doce brisa da madrugada.
Mas, e agora? o que estamos fazendo com o resto das nossas vidas? Os dias 21 e 22 de março ficarão por muito tempo marcados em cada um de nós. Dias de terror e medo. Cinco execuções em tempo recorde. Tiroteios em plena luz do dia, corre-corre pelas ruas e muita sensação de insegurança marcaram cada um de nós, filhos e filhas de Serra Talhada. Na contagem macabra já somam quase 20 mortos em menos de três meses. No imaginário, impossível não recordar os tempos de sangue do passado, onde sair às ruas poderia se transformar em sentença de morte.
Diante este clima, já não basta sair às ruas empunhando a bandeira da paz. Serra Talhada precisa fazer bem mais do que isso. Também não adianta começar a culpar a polícia pela falta de segurança. O olhar tem que ser muito mais profundo do que este. Coincidência ou não, boa parte das execuções possuem algumas afinidades. Entre elas, o álcool, o cenário do bar como pano de fundo, o tráfico de drogas e, por fim, o sentimento de vingança. O olho por olho e dente por dente. Chega!
Defendo, desde já, não apenas o aumento do efetivo policial militar como solução. Acreditem, isto apenas não basta. Não adianta ter polícia nas ruas sem uma operação de inteligência em paralelo. Defendo, inclusive, a tática da “tolerância zero” que foi praticada na cidade de Diadema (SP), quando a população estava acuada. Lá, em Diadema, foi praticado o toque de recolher nos bares que só podiam funcionar até as 22 horas.
Mas só isto não basta. É preciso que o sistema como um todo funcione como uma cadeia de proteção ao cidadão de bem. O prefeito precisa cumprir o que foi anunciado e apressar a instalação do sistema de câmeras de segurança no centro da cidade. A Polícia Civil precisa estar mais aparelhada e melhor remunerada para acelerar os inquéritos nas delegacias e o Judiciário precisa estar em sintonia com os anseios da sociedade.
Não dá mais para olhar para a prateleira da ineficiência do sistema judiciário com processos se acumulando por anos e anos. Não dá mais para olhar, inerte, bandidos e criminosos sendo beneficiados por brechas na lei encontradas por seus “ilustres” advogados. Mas então vem a parte mais importante: Quem são as mentes brilhantes que fazem as leis? Bingo! se você respondeu que são os deputados e senadores acertou em cheio.
Portanto, gente, quem precisa começar a “faxina” somos nós, cidadãos acuados. A repressão vai vir… não tenho dúvidas. Mas será tudo um jogo de cena. Até as coisas esfriarem. Mas a polícia vai continuar frágil, o Judiciário no reino do faz de conta e a lei completa de brechas. Neste ano, não basta ter paz no coração. É preciso ter o cérebro nas urnas e punir os que fazem do Congresso Nacional um grande balcão de negócios. Ainda há tempo. Ainda acredito que posso vir a dormir de portas abertas na minha cidade.
Um bom domingo para todos. Saúde e Paz!
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Tags: Campos Policia Militar, crimes, serra talhada, violência
30 Respostas para EDITORIAL: Na cidade banhada por sangue, já não basta empunhar a bandeira da paz
Oberdan on 23 de março de 2014 às 5:29
ótimo texto
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ANTONIO REMIGIO NETO on 23 de março de 2014 às 8:31
Bom texto do Giovanni Sá, tocou, realmente, nos pontos necessários para solução deste grave problema na segurança pública de Serra Talhada. Quando vim morar aqui, há cinco anos, encontrei uma cidade calma e tranquila para se morar morar, mas agora com este aumento da criminalidade na cidade estou perdendo o prazer de residir nesta cidade. Espero que o poder público encontre disposição e vontade para resolver este problema que afeta todos nós cidadãos desta querida cidade.
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antenada on 23 de março de 2014 às 6:51
são muitos os órgãos que se quiseram ajudar conseguem;as igrejas ,as escolas, poder judiciário, o Estado investir em policiais especializados e bem remunerados. Investir em um policiamento ostensivo e preventivo.etc. Não esquecendo de rezar muito para a PAZ reinar na nossa amada Serra Talhada.
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Pollyanna Ferraz on 23 de março de 2014 às 7:07
Sem esquecer de mencionar a onda de assalto, estupro que tomou conta da cidade…
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Eugenio on 23 de março de 2014 às 7:30
Quem mora aqui?
Aproximadamente, oitenta mil habitantes. Todos são os verdadeiros responsáveis por Serra Talhada. Todos, diariamente, dormem, acordam, estudam, trabalham, vão ao comércio, aos bancos, aos hospitais, as igrejas, aos restaurantes, aos bares, as oficinas, circulam diariamente pelas suas ruas, avenidas e praças lhe dando vida.
Como em qualquer lugar do mundo, todos, têm suas preferências, expectativas, interesses frustrados, decepções, divergências, angústias e sofrem por isto. Como em qualquer lugar do mundo é preciso que more aqui, a capacidade de absorver frustrações, o respeito, a tolerância e a justiça constituída.
É possível que a dinâmica da vida traga novos moradores e levem embora outros. E a pergunta, quem mora aqui? Terá sempre uma resposta diferente. Mesmo assim, a cidade poderá continuar escrevendo sua história de desenvolvimento, mesmo porque, todos, passaremos.
Agora, se um dia, a capacidade de absolver frustrações, o respeito, a tolerância e a justiça constituída resolverem partir, a pergunta, quem mora aqui? Terá sua pior resposta: o medo, a violência, a justiça de cada um, a morte. Neste dia, não haverá oração, não haverá aula, não haverá expediente, não haverá ninguém nas ruas, praças e avenidas.
Quem mora aqui? O desejo de cada morador, que vive dignamente contribuindo para Serra Talhada existir, de que tudo isto pare o mais rápido possível e que a paz esteja em todos os endereços.
Eugênio Marinho.
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Observador on 23 de março de 2014 às 8:47
Temos que trazer a culpa de tudo isto pra nós mesmo toda a sociedade tem sua parcela de culpa.A mudança está em nós mesmos. Somos responsáveis pela vida deste mundo. E esta sustentabilidade se dá através da pratica da paz, do perdão, do respeito e do amor.
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josué on 23 de março de 2014 às 7:33
Giovani, aproveito a oportunidade para convocar vc e todos que fazem a imprensa e sem dúvida alguma são formadores de opinião, para convocar toda população e através de um plebiscito para escolhermos entre o antigo slogan “Serra Talhada a Capital da Beleza Feminina” que teria como símbolo a “POMBA DA PAZ” ou essa bobagem de “Serra Talhada a capital do xaxado”, que tem como símbolos alpargatas e chapéu de cangaceiros, um incentivo explícito a violencia. Para finalizar, quero ressaltar, que a única pessoa que ficará contra a convocação do plebiscito será justamente o grande secretário de cultura o Sr. Anildomar,pois ele é o único que vende a idéia de cangaceiros serem heróis. Basta, Serra talhada merece coisa melhor.
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Gustavo on 23 de março de 2014 às 10:49
Esse secretário de “cultura inútil ” Anildomar, a violência associando a nossa terra a um bando sagrinario de justiceiros e assaltantes que foi o de lampião.
Não adianta sair as ruas pedindo paz e o poder público local através desse secretário com “doutorado em lampião ” fazendo apologia ao crime.
Prefeito, chega de dar apoio a cultura inútil.
Vamos cobrar ações da polícia no sentido de prevenir a violência e colocar esses criminosos e seus mandantes na cadeia.
Responder
Jose on 23 de março de 2014 às 8:06
Sem sombra de dúvidas, “A CAPITAL DA BELEZA FEMININA” seria uma forma branda, bela de simbolizar a nossa cidade.
Responder
José Irinácio on 23 de março de 2014 às 14:00
CAPITAL DA BELEZA FEMININA! KKKKK
kkkkkk
Gosto muito de mulher, mas não acho que elas merecem ser endeusadas dessa forma.
Não sou a favor de nenhum dos dois, pra que slogan?!
E também não acho que nada que tem a ver com o cangaço incentiva a violência, se essa é a história da cidade, tem que ser valorizada. O que falta é INVESTIMENTO E ESTRATÉGIA DE SEGURANÇA!
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Mario Olimpio Cavalcante Neto on 23 de março de 2014 às 9:12
Nós queremos paz, sem morte
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ROBSON GAIA on 23 de março de 2014 às 9:32
CONCORDO PLENAMENTE. SERRA TALHADA PEDE SOCORRO. PRECISAMOS DE PROVIDENCIAS URGENTES.
Responder
Insegurança on 23 de março de 2014 às 10:10
Texto muito coerente, Parabéns!!!
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bonzinho magalhães on 23 de março de 2014 às 10:11
SERRA TALHADA, UMA ROCHA NATURAL EM TORNO DO RIO PAJEÚ .LINDA, QUANDO OLHADA DO MIRANTE DA BR 232. NA PARTIDA, CADA VISITANTE LEVA MARCADA NA MEMÓRIA SUA BELEZA SEM IGUAL .
SERRA TALHADA,BERÇO DE HOMENS ILUSTRES PELA COMPETÊNCIA NOS MAIS DIVERSOS SETORES E PELA MARCA DA CIDADANIA.HOJE,SOFRE COM A VIOLÊNCIA QUE SE INSTALA.É CHEGADA A HORA DE UNIR AS FORÇAS DO BEM PARA A ELIMINAÇÃO DO MAL!
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luciano on 23 de março de 2014 às 10:57
Em pleno século XXI depararmos com um a situação dessa, parece que o passado de Serra Talhada está de volta snagrento, onde a vingança combinada coma impunidade era a marca da cidade, nos quatros cantos do país…
Responder
Maria Paula Carvalho Diniz Novaes on 23 de março de 2014 às 14:22
Nós serratalhadenses precisamos urgente que as autoridades cumpram os seus papéis, começando pelo gestor municipal, que já deveria ter colocado câmeras nas ruas da cidade, regularizado o trânsito caótico, e principalmente qualificar dar responsabilidades a guarda municipal. Quanto aos nossos deputados, filhos da terra, já não é sem tempo de procurar ajudar a população que depositaram o voto de confiança neles, sem falar nos impostos que pagamos, e estamos jogados a toda sorte e aos cuidados do nosso amado Deus. Metas deveriam serem cobradas pelo Sr. Secretário de Defesa Social, que deve ter o seu foco nesse tema, segurança, criando núcleos de segurança em diversas áreas da cidade, com responsáveis por cada uma, policiamento intensivo, com armamento, coletes apropriados, e viaturas novas, pois o que observamos é que os bandidos estão mais armados do que os policiais, policiais esses que devem ser selecionados com treinamentos e bons comportamento, para que a população possa confiar neles, e não nivelar eles com os criminosos. Essas metas devem ser cobradas também do ministério público, judiciário e todos os orgãos envolvidos, pois a população merece ter resultados, pois é ela que paga os salários deles. Não esquecendo da policia civil, que também deve mostrar os seus resultados com os inquéritos, mostrando resultados positivos a população, e não deixando pela metade ou sem solução tantos crimes cometidos na cidade. Por fim, a sociedade, que também deve cumprir o seu papel, denunciando, já que não precisa se identificar, denunciando atitudes de criminosos suspeitos. Só sei, que nós cidadãos serratalhadenses estamos todos com muito medo, estupro, assaltos e crimes, como vamos viver em uma cidade assim, já estou pensando em procurar outra cidade, pois como vamos criar nossos filhos.
Responder
Comandante Marcos on 23 de março de 2014 às 11:06
Infelizmente isso é uma cultura miserável, que esta enraizada na alma do nosso povo. Lembro da minha infância e do valor que se dava a quem respondia a chumbo com mais chumbo, sangue com mais sangue, quantas vidas ceifadas nas vias e becos desta cidade, quantas almas reclamam ainda hoje por justiça. O pior de tudo é participar de um JURI nesta cidade onde somente os coitados sem um perfil familiar tradicional são condenados a pagar por crimes que muitas vezes são originados por mazelas sociais. Enquanto aqueles que possuem poder e amizades mesmo sendo culpados são absolvidos vergonhosamente e ao final ate elevados ao posto de herói. Quantas vidas ceifadas por elementos que se intitularam justiceiros da família que foi ultrajadas através de mais sangue derramado, sangue chamando sangue. É BÍBLICO QUEM COM FERRO FERE COM FERRO SERÁ FERIDO, independe da vontade ou da ação do estado, quem sai pra matar só ficara satisfeito com sangue do suposto inimigo é um vampiro da vingança. Só podemos pedir a Deus que tenha piedade destas almas sofridas que ele possa enfim dar a elas a paz, porque a justiça por aqui pelo que vemos vai continuar pelo sangue. REZEMOS. PAI NOSSO QUE ESTAIS NO CEU. SANTIFICADO…
Responder
pedro bol on 23 de março de 2014 às 11:18
Tem tudo haver vamos nos mobilizar para mudar essa bobagem que foi criada, CAPITAL DO XAXADO, que de espetacular esse xaxado não tem nada, isso apenas lembra o cangaceiro LAMPIÃO, que nada fez de bom, ta na hora de acabar com isso.
Responder
antonio roberto(tonny) on 23 de março de 2014 às 11:35
enquanto o ser humano tiver a ideia de ser o centro da situaçao e nao DEUS no coraçao,jamais teremos paz.
Responder
Carlinhos on 23 de março de 2014 às 11:39
Parabéns pelo texto, pela postura de jornalista sem tomar partido de A ou B, assim que é feito jornalismo e informação como seriedade,minha. Serra Talhada não merece isso lugar onde aprendi ser homem com pessoas de bem, não se deve cultuar violência nem ao menos idolatrar quem as praticou vários nomes poderiam ser citados como filhos desta terra e homenageados exemplos como: Agamenon Magalhães, Inocêncio Oliveira,arnou Rodrigues,batoré,nailson, ricardinho ,Demi entre tantos outros que mereciam ser citado professor Néstor,Pimpo etc agora vim aclamar Lampião me poupe, não tenho orgulho nenhum de minha cidade ter este slogan. Acorda gente século XXI
Responder
Edjanyo on 23 de março de 2014 às 12:03
Também gostei do texto. Acredito que era assim que a mídia devia ser realmente usada sempre, como uma arma de conscientização do cidadão de bem, para uma formação de um povo crítico construtivo, capaz de buscar seus direitos de forma eficiente e sem violência! Parabéns, afinal é por nossa cidade e devemos buscar a paz sempre!
Responder
D. Redonda on 23 de março de 2014 às 13:03
Cidade TRI CAMPEÃ DA BELEZA FEMININA
Responder
J BRASIL on 23 de março de 2014 às 13:27
Pesar a todos os familiares do mérito da questão, infelizmente estamos enveredando para um patamar muito alto de violência em nossa terrinha como bem diz a narrativa do nobre jornalista em que não diz nada de impressionismo irreal, mas de uma verdade dura e brutal vivenciada pelos serratalhadenses. Parabéns ao jornalista Giovani pelo foco!
Responder
Fabiano4ever on 23 de março de 2014 às 13:50
O texto não é só válido à cidade Serra Talhada, mas também para qualquer outra cidade interiorana. Minha casa de praia por exemplo mesmo em Tamandaré/PE, também dormíamos de janelas abertas e ficávamos até de madrugada conversando na areia do mar. Onde era pra ser sossêgo maior, hoje é angústia e não fazemos mais isso.
Nossa política social falida! O nosso código penal ultrapassadíssimo, a lentidão da justiça e principalmente a falta de comprometimento do estado em nossas sociedades no que diz respeito a motivações de crimes e o que levou o cidadão fazer isso, deixam lacunas para tais acontecimentos. O que acontece aqui em Serra foi mais uma caso típico de fim de semana de festa.
A causas foram…
Álcool, drogas, rixas e “EXCLUSÃO SOCIAL”
Consequências…
Morte, dor e medo.
Solução….
“EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”"EDUCAÇÃO”
= + Saúde + Inclusão social + bem estar social.
Responder
He Men on 23 de março de 2014 às 14:01
Brilhante colocaçao Comandante Marcus, corpo de jurados absorve todos.
Responder
OBSERVADOR on 23 de março de 2014 às 14:01
NO DIA DAS ELEIÇÕES SABE QUANTOS VÃO LEMBRAR DISSO ,ISSO MESMO SE VC DISSE NENHUM A RESPOSTA QUE DEVÍAMOS DAR NAS URNAS ERA A MESMA QUE ELES DÃO A NÓS NENHUMA.(NULO PRA TODOS)NÃO RESOLVE MAS TAMBÉM NÃO MANTEM O SISTEMA QUE MUITOS NEM PERCEBERAM AINDA.
Responder
José Irinácio on 23 de março de 2014 às 14:02
E tem gente aí fazendo passeata contra a violência. kkkk
Sério! Reconheço a boa vontade, mas não se muda nada com passeata contra a violência.
Vocês que fazem isso acham que os bandidos vão se sensibilizar?! Acham que os pistoleiros cheios de cana vão deixar de matar alguém por causa disso?! “Tão” de brincadeira mesmo!
O que vai mudar algo é investimento na segurança!
Responder
gildete on 23 de março de 2014 às 14:10
concordo com a mudança Giovanni tem toda razao… xaxado só beneficia a quem o criou….
Responder
MACIEL on 23 de março de 2014 às 14:50
Também uma cidade que tem como ícone lampião.
Responder
Que "modelo" de sociedade temos e qual queremos ter? on 23 de março de 2014 às 14:50
O processo de mobilização da cultura de paz parte das mobilizações e verdadeiramente é o Povo que deve saber que modelo de sociedade temos e qual queremos ter. Pois diante de um acirramento em um momento de Crise, as soluções que partem dos agentes do Estado, tem um nome: REPRESSÃO e é isto que se vive nas grandes metrópoles. O modelo que temos no sistema vigente é a cultura do TER em detrimento do SER. Onde percebemos que a violência começa na família mesmo, em casa, onde quem grita, manda e fala alto, detêm o poder de mando; a violência está nas escolas onde os pais não ensinam os LIMITES e regras de ética num conviver social e dizem aos filhos que eles PODEM TUDO, que não precisa respeitar os outros e assim se reproduzem modelos de dominação; a violência passa por um consumo desenfreado (que está na mídia) e é propagado para o jovem, que ele só é reconhecido como bem sucedido se tiver carros, celulares..(bens). A violência está até mesmo nas filas em que em nome de privilégios e do “jeitinho” não se respeita o outro. Portanto, a violência passa por um modelo de vida e sociedade criado e gerido pela sociedade, sustentado pelo Estado e pelo grande Capital. Pois verdadeiramente o que agente não vê, se esconde debaixo de um tapete, principalmente no Estado de Pernambuco, em que o novo já nasceu velho. Mas Geovanni, na minha memória alguns serra-talhadenses nos deixam saudades neste momento: Padre Jesus, Sr. Augusto Duarte, Sr. Lorena…estes com sua forma de ser, intelectuais ou não, foram fundamentais dentro de um contexto político, econômico e social para disseminar uma cultura de paz, saudades de cada um. Tempos difíceis, mas precisamos sim de mobilizações de todos os credos, de todas as “tribos” para viver numa cidade de menos muros e portas abertas, mas aí precisaríamos de justiça social e outro modelo de civilizacional. Não nos enganemos! E aí dá para lembrar de Gandhi que dizia: “Sou contra a violência, pois quando parece fazer o bem, o bem é apenas temporário. O mal que causa é permanente”
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