As propagandas e investimentos realizados até agora contra os efeitos da seca pelos governos federal, estadual e municipal não foram suficientes para impedir o sofrimento de dezenas de famíias que sofrem com a falta de água na zona rural de Serra Talhada. Sem alternativas de abastecimento, homens, mulheres e crianças estão tendo que beber água insalube da Barragem de Serrinha, imprópria para o consumo humano devido a presença comprovada de coliformes fecais. As águas de Serrinha recebem esgotamento sanitário de vários municípios do Pajeú.
“Estamos pegando a água bruta da barragem, fervendo e botando cloro. Mas sabemos que não é água boa para beber. Não temos alternativas, pois não existem mais cacimbas e nem mais carro-pipa abastece a comunidade”, denuncia a agricultora Roziane da Silva. Com dois filhos, Roziane sofre todos os dias. Ela percorre quilômetros para coletar a água suja da barragem. “Não tenho alternativa. Ou bebo dela ou do morro de sede com meus filhos”.
O FAROL conversou com o coordenador da Defesa Civil, Patricio Ferraz, que disse que até a próxima semana o abastecimento estará regularizado. “A obrigação de abastecer áreas de assentamentos, como no caso de Serrinha, é de obrigação do estado através do IPA. Vamos contactar o órgão para acelerar o abastecimento destas famílias”, declarou.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
DENÚNCIA: Agricultores consomem água contaminada por ausência de carro-pipa
Por Giovanni Sá
As propagandas e investimentos realizados até agora contra os efeitos da seca pelos governos federal, estadual e municipal não foram suficientes para impedir o sofrimento de dezenas de famíias que sofrem com a falta de água na zona rural de Serra Talhada. Sem alternativas de abastecimento, homens, mulheres e crianças estão tendo que beber água insalube da Barragem de Serrinha, imprópria para o consumo humano devido a presença comprovada de coliformes fecais. As águas de Serrinha recebem esgotamento sanitário de vários municípios do Pajeú.
“Estamos pegando a água bruta da barragem, fervendo e botando cloro. Mas sabemos que não é água boa para beber. Não temos alternativas, pois não existem mais cacimbas e nem mais carro-pipa abastece a comunidade”, denuncia a agricultora Roziane da Silva. Com dois filhos, Roziane sofre todos os dias. Ela percorre quilômetros para coletar a água suja da barragem. “Não tenho alternativa. Ou bebo dela ou do morro de sede com meus filhos”.
O FAROL conversou com o coordenador da Defesa Civil, Patricio Ferraz, que disse que até a próxima semana o abastecimento estará regularizado. “A obrigação de abastecer áreas de assentamentos, como no caso de Serrinha, é de obrigação do estado através do IPA. Vamos contactar o órgão para acelerar o abastecimento destas famílias”, declarou.
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As propagandas e investimentos realizados até agora contra os efeitos da seca pelos governos federal, estadual e municipal não foram suficientes para impedir o sofrimento de dezenas de famíias que sofrem com a falta de água na zona rural de Serra Talhada. Sem alternativas de abastecimento, homens, mulheres e crianças estão tendo que beber água insalube da Barragem de Serrinha, imprópria para o consumo humano devido a presença comprovada de coliformes fecais. As águas de Serrinha recebem esgotamento sanitário de vários municípios do Pajeú.
“Estamos pegando a água bruta da barragem, fervendo e botando cloro. Mas sabemos que não é água boa para beber. Não temos alternativas, pois não existem mais cacimbas e nem mais carro-pipa abastece a comunidade”, denuncia a agricultora Roziane da Silva. Com dois filhos, Roziane sofre todos os dias. Ela percorre quilômetros para coletar a água suja da barragem. “Não tenho alternativa. Ou bebo dela ou do morro de sede com meus filhos”.
O FAROL conversou com o coordenador da Defesa Civil, Patricio Ferraz, que disse que até a próxima semana o abastecimento estará regularizado. “A obrigação de abastecer áreas de assentamentos, como no caso de Serrinha, é de obrigação do estado através do IPA. Vamos contactar o órgão para acelerar o abastecimento destas famílias”, declarou.
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quem vê acredite.pois os fatos não são mitos.
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