domingo, 1 de julho de 2012

De acordo com dados do Censo divulgado nesta sexta-feira (29) pelo IBGE, a Assembleia de Deus é a igreja que mais cresceu no Brasil entre 2000 e 2010, passando de 8,4 milhões de membros para 12,3 milhões.Os dados confirmam que a AD continua sendo a maior denominação evangélica do Brasil, mesmo sendo dividida em tantos ministérios. Fundada em 1911 por missionários suecos que desembarcaram em Belém (PA), hoje, 101 anos depois, a Assembleia de Deus está espalhada por todos os estados do país reunindo membros de todas as idades e classes sociais.O Censo de 2010 mostra que entre os brasileiros que se declaram evangélicos, 60% – que representa 10,4% da população – são de igrejas pentecostais, enquanto que apenas 18,5% são de igrejas históricas como luteranos, presbiterianos, metodistas, batistas e etc. Essa parcela representa 4,1% dos brasileiros.

Ficar de pé por longos períodos de tempo durante a gravidez pode impactar o crescimento do feto, apontam as conclusões de um estudo recém-divulgado.Pesquisadores perceberam que mulheres que passavam a maior parte de sua jornada laboral de pé davam à luz bebês cujas cabeças eram cerca de um centímetro menor do que a média. A saúde dos bebês, porém, não foi alterada.A pesquisa, publicada no jornal "Occupational and Environmental Medicine", acompanhou 4.600
mulheres durante a gravidez. Cerca de 40% delas eram profissionais que passavam aproximadamente oito horas por dia de pé, como, por exemplo, cabeleireiras, vendedoras e babás.O pesquisador-chefe Alex Burdof disse que não é surpreendente que a cabeça desses bebês seja menor. Mas foi uma boa surpresa descobrir que a diferença é pequena --apenas 3% menor que a média. A pesquisa de Burdof também mostra que trabalhar durante 36 semanas de gravidez não interfere no peso, no tamanho ou no nascimento dos bebês estudados.Ao contrário de outros estudos que sugerem que o esforço físico pode afetar gravidezes de forma indesejada, neste não se observaram efeitos em mulheres cujo trabalho envolvia levantar objetos pesadas.Jenny Myers, do Centro de Saúde Materna e Fetal de Manchester, explica que o excesso de esforço físico na gravidez "pode ter um pequeno efeito no crescimento do feto, mas o impacto disso no desenvolvimento da criança é desconhecido".Acredita-se que esforço físico altere o fluxo de sangue até o útero e a placenta, reduzindo o suprimento de oxigênio e nutrientes do feto. Além disso, o ato de levantar peso e de inclinar-se podem aumentar a pressão abdominal, algo que tende a favorecer um parto prematuro.Burdof admite que "as implicações da pesquisa não estão claras", mas que devem servir de argumento para as profissionais grávidas que trabalham muito tempo de pé pedirem mudanças no ambiente de trabalho."Se ela trabalha por muitas horas, deve pensar em pedir uma redução da jornada no último trimestre da gravidez", disse. O estudo de Burdof foi feito entre 2002 e 2006, na Holanda. Outros fatores que afetam o crescimento fetal, como fumo, consumo de álcool e a idade da mãe também foram levados em consideração.Fonte: Folha de São Paulo

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